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Regulamento

MINUTA REGULAMENTO DO CAMPEONATO MAMUTE 2018
ESTE REGULAMENTO SEGUE AS NORMAS DA UCI/CBC.
REGULAMENTO OFICIAL DE PROVAS DE MTB DA MAMUTE RACE.

I – DISPOSIÇÕES INICIAIS

ART. 01 – O Presente regulamento se aplica os clubes, ligas, ciclistas, dirigentes, mecânicos,
técnicos auxiliares, motoristas, comissários, etc. e aqueles que de alguma forma estejam
envolvidos nas provas de responsabilidade ou supervisão do MAMUTE.

ART. 02 – Todas as pessoas envolvidas nas provas, bem como na organização das mesmas
estão obrigadas a conhecer e acatar o presente regulamento, não podendo alegar
desconhecimento aos preceitos aqui expostos.

ART. 03 – Todo o desrespeito ou infração as normas e regras aqui estabelecidas deverão ser
severamente passivas de penalidades de acordo com as normas vigente no código nacional de
disciplina desportiva.

ART. 04 – Todos os envolvidos estão sujeitos à aplicação deste regulamento, tanto nas
imediações como no local de competição antes, durante e após a realização das provas.

ART. 05 – O Objetivo deste regulamento é normalizar e regulamentar a prática do desporto do
ciclismo, facilitando a participação dos ciclistas, dirigentes e atuação do colégio de comissários,
bem como do diretor DE PROVA.
II – CATEGORIAS OFICIAIS E OBRIGATORIAS EM 2018 SÃO:
ELITE: CRITÉRIO TÉCNICO OU OPÇÃO DO ATLETA
ELITE FEMININO: CRITÉRIO TÉCNICO OU OPÇÃO DA ATLETA
SUB-30: abaixo de 30.
MASTER A 30 a39 ANOS
MASTER B 40 A 49 ANOS
MASTER C 50 acima
TURISMO masculino A ( até 34 anos)
TURISMO masculino B (a partir de 35 anos)
INICIANTE A Masculino (Até 34 anos)
INICIANTE B Masculino (A partir de 35 anos)
ESTREANTE Feminino (OPÇÃO)
Todas as Categoria só serão válidas com o mínimo de 5 inscritos por prova, caso não tenha, o
Comissário decidirá em categoria encaixara os atletas

ART. 06 – A categoria escolhida pelo atleta na primeira prova do campeonato será a mesma
para todo o campeonato do ano vigente. Se o atleta optar mudar de categoria após já ter
participado de provas em outra categoria, o mesmo perderá os pontos anteriormente
conquistados.
Parágrafo primeiro – Somente poderá participar da categoria iniciante o atleta que não
competiu em outros campeonatos ou está em seu primeiro ano de competições, podendo, a
critério da organização, ser mudada sua categoria de acordo com a idade.
Paragrafo segundo – Será permitida a permanência na categoria iniciante apenas os atletas que
competiram na iniciante no ano anterior e que no ranking final nao tenha obtido mais de 8
pontos.
Paragrafo terceiro – Os cinco primeiro do ranking final da categoria Turismo estarão obrigados
no ano seguinte subir para as categorias principais.
Parágrafo Quarto – A critério da organização, analisando o curriculum do atleta o mesmo
poderá ter sua categoria modificada, acaso venha a se inscrever nas categorias de base e de
acordo com os critérios adotados pela organização da prova.
III – INSCRIÇÕES

ART. 07 – As inscrições para às competições das etapas do campeonato Mamute deverão ser
feitas até 24 horas antes do início da prova. Em hipótese alguma haverá inscrição no dia da
prova.

ART. 08 – O valor da inscrição ficará a CRITÉRIO dos organizadores do evento, e descontos nos
valores definidos por eles.
Parágrafo único – Em caso de desistência do atleta, em menos de 48h (quarenta e oito horas)
da realização do evento não haverá devolução dos valores pagos
IV – NÚMEROS

ART. 9 – Serão fornecidos number plat (placa), os quais não poderão ser dobrados ou
recortados, deverão estar bem fixados no guidão na frente dos cabos e conduites.
V – LARGADA

ART. 10 – A Largada da prova será ordenada por categoria e fica a critério do Presidente do
Colégio de Comissário e Diretor de prova, a largar em blocos, por categoria com intervalos
determinados por ele ou uma única para todas as categorias.

ART. 11 – Serão alinhados na primeira linha os 6 primeiros no ranking da UCI/CBC/FNC de cada
categoria.

ART. 12 – Os horários determinados para largada serão rigorosamente obedecidos não se
admitindo adiamento, salvo em casos fortuitos ou de força maior e sempre pôr decisão do
diretor da prova ou do presidente.

ART. 13 – O ciclista deverá dar a largada mantendo um dos pés no chão, salvo em provas
especificas que determinem forma diversa.

ART. 14 – Excepcionalmente em caso de necessidades o horário da largada poderá ser
antecipado, sendo informado de forma antecipada a todos os atletas.

ART. 15 – O ciclista deverá estar presente na largada ou local determinado pelo diretor da
prova, no máximo com 8 (OITO) minutos antes do horário programado para largada.

ART. 16 – No momento da largada o ciclista deverá estar atento às orientações do diretor sobre
a prova, após a largada, o ciclistas que chegar atrasado, não mais poderá participar da mesma.

ART. 17 – O Presidente dos Comissários, além de poder mudar a ordem de largada caso julgue
conveniente, poderá também declarar que houve uma largada falsa, se, por alguma razão, um
ou vários ciclistas forem prejudicados. A largada será repetida assim que o problema for
solucionado.

ART. 18 – Será obrigatória a presença do atleta na largada neutralizada, caso contrário o atleta
será desclassificado.

ART. 19 – De acordo com a necessidade poderá haver largadas simbólicas. Neste caso os
ciclistas deverão seguir na velocidade determinada pela direção de prova.

ART. 20 – No caso de acontecer a largada simbólica, a largada oficial poderá acontecer após
uma breve parada ou com o pelotão em andamento (somente XCM).

ART. 21 – Em circuito é facultativo ao diretor de prova ou comissários fazer realizar a volta de
reconhecimento.
VI – MODELO DE PROVAS.

ART. 22 – A prova será realizada com qualquer tempo, a não ser catástrofe, ou por falta de
batedores das autoridades de transito e médicas.

ART. 22 – As provas poderão ser realizadas em estradas pavimentadas ou não, tipo: trilhas,
picadas, rodovias Federais ou Estaduais, etc.

ART. 23 – Cross-Country Olímpico (XCO) – O circuito de uma prova de XCO deverá ser de no
mínimo 3km e no máximo 6km, a ser repetido em várias voltas. A preferência para o formato
do circuito é em forma de trevo.

ART. 24 – Será adotado o corte dos 80% para a 1ª volta em todas as categorias. Os atletas que
forem cortados terão a sua posição anotada de acordo com a saída.

ART. 25 – O apoio em provas de circuito será determinado pela organização do evento,
podendo ter uma ou mais zonas de apoio dentro do circuito e ficando restrito o apoio dentro
das mesmas. Fica proibido a zona de apoio ser 100 (cem) metros antes e 100 (cem) metros
após a linha de chegada. O fornecimento de água em provas de circuito é de responsabilidade
do atleta e equipes.

ART. 26 – A duração de uma prova de cross-country olímpico deve obedecer ao seguinte
quadro em horas e minutos a ser definido pela prova.

ART. 27 – Cross-Country Maratona (XCM) – Nas provas de XCM os ciclistas deverão obedecer a
sinalização do código de trânsito brasileiro, andar sempre pelo lado DIREITO da pista, uma vez
que os percursos utilizados são de livre acesso para passagem de veículos, mesmo tendo as
autoridades competentes controlando o trânsito.

ART. 28 – O apoio em provas de maratona deverá ser feito do lado direito da pista, no
acostamento e somente nos locais indicados pela organização do evento.

ART. 29 – O fornecimento de água pela organização em provas de maratona, deverá ser, no
mínimo, a cada 20km e na chegada um ponto d’agua.

ART. 30 – A duração e a distância de uma prova de cross-country maratona deverá ser de no
mínimo 3hrs ou 60Km.

ART. 31 – As motocicletas são de uso exclusivo dos comissários, poderá ser autorizado o seu
uso para imprensa e demais situações com expressa autorização do diretor da prova ou
Comissário Chefe.

ART. 32 – É terminantemente proibido o uso de motocicletas no acompanhamento das
competições, sendo permitido somente a Comissários e Diretor de Prova.

ART. 33 – Os ciclistas, dirigentes e acompanhantes em geral assumem total responsabilidade
por todo e qualquer acidente a que eventualmente derem causa.

ART. 34 – As autoridades encarregadas do policiamento e segurança retirarão os veículos
estranhos da prova ou aqueles que desrespeitem as determinações do regulamento.

ART. 35 – Os veículos de apoio estão durante a prova subordinados as leis de trânsito e desta
forma, são responsáveis pelos acidentes que derem causa.
VII – ABASTECIMENTO

ART. 36 – Entende-se pôr abastecimento quando o ciclista recebe de alguma forma, alimentos
e líquidos.

ART. 37 – É proibido o uso de recipientes de VIDRO sob qualquer hipótese.

ART. 38 – O abastecimento será feito nas zonas de apoio determinadas pela organização da
prova.

ART. 39 – Em caso de provas de CIRCUITO, as áreas de apoio deverão estar sinalizadas, no
máximo 2.

ART. 40 – O abastecimento em provas de MARATONA e em LINHA deverá ser realizado da
seguinte forma, o ciclista deverá estar do lado direito da estrada, no acostamento.

ART. 41 – O diretor da prova ou comissariado poderá a qualquer momento permitir o
abastecimento fora da zona determinada pela organização, quando constate a sua
necessidade.

ART 42 – O abastecimento quando permitido fora da zona determinada pela organização,
deverá ser feito com o atleta parado.
VII – CHEGADA

ART. 43 – Em disputa de chegada o atleta deve permanecer em linha reta.

ART. 44 – Em caso de chegada em pelotão compacto, o comissário de linha e diretor de prova
classificará os cinco primeiros colocados.

ART. 45 – Após a chegada os ciclistas deverão prosseguir em linha reta no mínimo 100 (cem)
metros, e não devem frear bruscamente não podendo retornar no sentido contrário.

ART. 46 – Em caso de necessidade o ciclista poderá terminar a prova carregando ou
empurrando sua bicicleta desde que não contem com ajuda de terceiros.

ART. 47 – Todo ciclista que por qualquer circunstância atingir a chegada sem a bicicleta será
desclassificado.

ART. 48 – Caso dois ou mais ciclistas estejam em disputa lado a lado na linha de chegada não
serão permitido tirar as duas mãos do guidão, podendo fazê-lo somente se estiver em
vantagem de uma bicicleta no mínimo, ainda assim quando não oferecer risco ao adversário.

ART. 49 – Na chegada o ciclista deverá manter-se em linha reta no SPRINT FINAL, deverá
manter a linha inicial não sendo permitido em nenhuma situação as mudanças bruscas com o
objetivo de prejudicar o adversário.
IX – VISTORIA TÉCNICA

ART. 50 – Todos os atletas deverão passar pela vistoria após o congresso técnico ou 30
minutos antes da largada.

ART. 51 – A função da vistoria técnica será de identificar as condições mínimas de segurança
para o atleta participar da prova.

ART. 52 – O atleta que não estiver corretamente trajado, com os equipamentos exigidos,
deverá largar no final do pelotão após regularizar o seu equipamento e caso não regularize,
não larga.

ART. 53 – O atleta que perder o prazo da vistoria largará em último, após ser feita a sua
vistoria, sem danos ao organizador da prova.

ART. 54 – Aos atletas, será obrigatória a utilização dos seguintes itens e equipamentos:
– tampa de guidom.
– Capacete com inscrição do grupo sanguíneo e fator RH.
X – PREMIAÇÃO

ART. 55 – Todo ciclista com direito a premiação estará obrigado a comparecer no pódio ou
local determinado para esse fim até no horário determinado pela organização da prova.

ART. 56 – Todo ciclista deverá apresentar-se no pódio devidamente uniformizado.
Parágrafo único – É proibida a utilização de cartazes ou crianças juntos aos campeões na hora
da foto oficial, bem como é terminantemente proibido, subir ao pódio de chinelo.

ART. 57 – Serão premiados os cinco primeiros atletas de cada categoria com troféu ou
medalha, sendo esta diferente da medalha de participação. A premiação com medalha de
participação, brindes e dinheiro fica a critério do organizador do evento sendo de sua inteira
responsabilidade, isentando a MAMUTE RACE de qualquer responsabilidade quanto à entrega
e pagamento.
XI – COMPORTAMENTO E CONDUTA

ART. 58 – Este regulamento é aplicável, inclusive àqueles ciclistas, dirigentes, comissários, etc.
que se encontrem apenas como espectadores do evento.

ART. 59 – O comissário e diretor deverão impedir a participação na prova do ciclista que não
manter o zelo de seu uniforme, equipamento e bom asseio.

ART. 60 – Toda reclamação deverá ser feita pelo representante legal do clube, ou pelo ciclista
somente após o término da prova e particularmente ao diretor da prova.

ART. 61 – Todo ciclista deverá apresentar-se corretamente uniformizado.

ART. 62 – É proibido ao ciclista passar ou cruzar a linha de chegada em sentido contrário. Sob
nenhum protesto poderá desobedecer esta determinação.

ART. 63 – Entre os ciclistas é terminantemente proibido impulsionar ou empurrar outro ciclista,
mesmo que ambos sejam da mesma equipe.

ART. 64 – É proibido andar na lateral ou atrás de qualquer veículo (VÁCUO)

ART. 65 – É proibido ao ciclista utilizar-se de qualquer tipo de reboque.

ART. 66 – Todo ciclista que tentar ou usar métodos antidesportivos, sofrerá severas
penalidades, desde advertência, até a proibição de participação em provas do campeonato.

ART. 67 – O comissário deverá retroceder o ciclista a posição em que se encontrava, caso
constate que o ciclista infringiu o regulamento, (apenas para infrações leves) em que não
houve prejuízo de seus adversários (desclassificação).

ART. 68 – Constituem infrações extremamente graves.
A) – Praticar atos obscenos, utilizar gestos e palavras censuráveis, ou emitir, por escritos
conceitos à disciplina ou à moral desportiva.
B) – Tentar agredir fisicamente, ciclistas, comissários, dirigentes ou qualquer outra pessoa.
C) – Invadir ou promover desordem em dependências desportivas.
D) – Desrespeito aos comissários, ciclistas, dirigentes e quaisquer outras pessoas.
E) – Ofender moralmente pessoas do público, ciclistas, dirigentes e quaisquer outras pessoas.
F) – Usar violência sob qualquer pretexto.
G) – Deslealdade entre ciclistas
H) – O ciclista que não cumprir ou diminuir o percurso da prova.
XII – RANKING

ART. 69 – A contagem de pontos do ranking Mamute será disputado na seguinte forma:
POSIÇÃO PONTOS
1ª 50
2 ª 40
3 ª 35
4 ª 30
5 ª 25
6 ª 20
7 ª 16
8ª 12
9 ª 8
10 ª 4

ART. 70 – Todos os ciclistas que participarem das provas do campeonato MAMUTE receberão
01 (um) ponto para o ranking, caso não obtenha uma colocação que o pontue.

ART. 71 – Será considerado vencedor do Campeonato Mamute, aquele competidor que
obtiver o maior quantitativo de pontos.
Parágrafo Único – Em caso de empate será observado os seguintes critérios:
I – Numero de Vitorias;
II – Melhor colocação em prova com maior distancia (XCM) ou tempo (XCO).
XIII – COMISSÁRIOS

ART. 72 – Todo comissário está obrigado a zelar pelo bom andamento das competições, deverá
aplicar este regulamento indistintamente, a omissão do comissário passível de severas
penalidades.

ART. 73 – É obrigatório o comissário anotar qualquer situação de infração ou irregularidade ao
regulamento, independente de recurso.

ART. 74 – O comissário deverá retirar a qualquer momento o ciclista que não atenda as
necessidades técnicas e de segurança.

ART. 75 – É obrigação do comissário cancelar, interromper ou suspender a competição caso
não constate garantias de segurança de todos os participantes da prova.

ART. 76 – O diretor da prova poderá alterar o percurso caso constate a necessidade técnica ou
de segurança dos ciclistas para o bom desenvolvimento da prova.

ART. 77 – O comissário antes de dar inicio a prova deverá verificar a presença de ambulância,
caso constate a sua ausência deverá imediatamente providenciar um veículo que ficará a
disposição para atender as situações de emergência.

ART. 78 – O comissário deverá ter o conhecimento do circuito (percurso).

ART. 79 – O Presidente do Colégio de Comissários deverá entregar um relatório e apresentar
ao diretor de prova no prazo de 48hs.
XVI – PENALIDADES

ART. 80 – Conforme a natureza da infração cometida, poderá ocasionar uma ou várias das
sanções aqui estipuladas;
A) AVISO VERBAL;
B) ADVERTÊNCIA VERBAL;
C) IMPEDIDO DE LARGAR NA PROVA;
D) RECUO DE UMA OU VÁRIA POSIÇÕES;
E) DESCLASSIFICAÇÃO DA PROVA;
F) EXCLUSÃO DA CLASSIFICAÇÃO;
G) ADVERTÊNCIA PÔR ESCRITO 1ª VEZ;
H) SUSPENSÃO PÔR UMA PROVA;
I) SUSPENSÃO PÔR MAIS DE UMA PROVA;
J) EXCLUSÃO DO CAMPEONATO.

ART. 81 – Aplicam-se além das medidas disciplinares previstas neste regulamento, outras
sanções de ordem administrativas, a critério da Direção do Mamute.
XIV – DISPOSIÇÕES FINAIS

ART. 82 – Todo envolvido no artigo 01 está obrigado a tomar conhecimento das alterações e
modificações deste regulamento.

ART. 83 – Para provas especificas deverá haver regulamento apropriado citando que na
ausência de fatos fica valido o regulamento oficial da MAMUTE e ou adendos a este
regulamento aprovado pela MAMUTE

ART. 84 – Toda e qualquer reclamação deverá ser apresentada pôr escrito e assinada, até 30
minutos após o término de cada prova mediante o pagamento de uma taxa de R$ 65,00
(sessenta e cinco reais).

ART. 85 – Não serão aceitas reclamações coletivas, somente poderá apresentar a reclamação o
responsável pelo clube, equipe, liga, associação ou pelo ciclista.

ART. 86 – Julgada procedente a reclamação, a taxa será devolvida, caso contrário ficará retida
para a Mamute.

ART. 87 – Caberá ao Diretor da prova e Comissários, resolver qualquer caso oriundo de
reclamações ou problemas técnicos não previstos neste regulamento.

ART. 88 – Nos casos de premiação após as corridas, o ciclista que não comparecer ao pódio no
tempo solicitado pela organização da prova não receberá sua premiação, bem como na
premiação de final do campeonato o ciclista que não comparecer sem uma justificativa prévia
a direção da prova, perderá a premiação, mais não a colocação obtida tanto nas corridas como
no final campeonato.

ART. 89 – São autoridades da prova:
A) DIRETOR DA PROVA
B) PRESIDENTE DO COLÉGIO DE COMISSÁRIOS
B) COMISSÁRIOS DE PERCURSO, COMISSÁRIO CRONOMETRISTA, COMISSÁRIO DE LARGADA E
CHEGADA.
C) DIRIGENTE (EM CASO DE SUBSTITUIÇÃO DE UM DELES)

ART. 90- O diretor da prova poderá indicar comissários adjuntos, comissários auxiliares sobre
sua responsabilidade e critérios para cobertura e apoio nas provas.

ART. 91 – Este regulamento técnico foi elaborado tendo pôr base às normas de Organização
Geral, da CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CICLISMO, e normas Internacionais da (UCI) – UNION
CYCLISTE INTERNATIONALE. Os casos de ordem técnicos eventualmente omissos serão
resolvidos pelo STJD da CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CICLISMO.

Alexandria, 27 de dezembro de 2018.



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